Oh Meu Deus!
Mas que quase!
Quase que chegava e te via. Quase que caia na cova da fantasia!
E agora? Quase imitava versos de poesia.
Oh meu Deus!
Mas que quase!
Quase que errava, quase que chorava. Quase que sorria, quase que gritava!
Quase que me sentia, quase que me cortava, com essa tua gélida alma.
Cega de ilusões e sonhos.
Quase que o gosto não cansava. Quase que minha espera demorava.
Quase que a minha espera evaporava. E não evaporou? Em ti meu amor, lá que isso evaporou.
Quase que na tua figura me agarrava. E agora? Já quase te odiava!
Já o meu quase, quase que acabou.
E de já tanto quase falado, já quase é estranho, o quase das minhas quase futuras palavras.
Confuso? Ou muito confuso? Ou Quase confuso?
Não odeio a quem em mim despertou um aperto.
Não te amo, mas quase que ainda gosto de ti.
Corta o quase! Eu gosto de ti =)
és um amigo de alma! Não és quase! ès!
Lord*
'No. I don't wanna battle from beginning to end. I don't wanna cycle or recycle revenge. I don't wanna follow death and all his friends.'
17 de dezembro de 2006
7 de dezembro de 2006
Já não me intressa
Já não me intressa.
Quaisquer que possam ser as razões.
Já não me intressa.
Esperar pelo teu infinito.
Já não me intressa.
Meter o sentimento em frente dos meus pés.
Não me intressa amar o angélico. Esperar pela distância. Agarrar os sorrisos, alimentar a dor.
Não me intressa saborear ilusões. Curar-te as feridas. Guardar-te as lágrimas.
Não me intressa o distante. Intressa o que tenho ainda comigo.
Não me intressa meter almas á frente da minha. Nem segurar os pés dos outros. Nem rastejar no chão húmido. Nem suplicar pelo amor. Nem gritar pelos tais nomes.
Não me intressa amar estranhos. Odiar conhecidos. Pares impares.
Já não me intressa cantar as mesmas cantigas. Penetrar o olhar num reflexo. Tocar numa ilusão. Sentir o sonho.
Já não me intressa a esperança. Não me intressa a morte dela.
Já não me intressas.
"Oh! Sabem a carolina? Sim aquela que tem mil pulseiras no braço. Que a palavra dela é uma hiperbole. Sim aquela que passa as aulas encostada á parede, a fazer exercicios com o seu fiel vizinho detrás. Sim aquela que anda muito com as duas meninas do fundo. Que sorri que nem uma parva. Não sabes? Aquela com as unhas pintadas de cor de vinho, com um estilo muito estranho. A menina das sardinhas na cara. Sim! É aquela menina mais baixa que os miudos de 5º ano. A que se experssa pelas palavras no papel, e que joga mal voleibol como o caraças! (se fosse so o volei =P). A menina que viva numa casa amarela.
Sabes a carolina? Hoje disse-me que era feliz!"
=X
*
Quaisquer que possam ser as razões.
Já não me intressa.
Esperar pelo teu infinito.
Já não me intressa.
Meter o sentimento em frente dos meus pés.
Não me intressa amar o angélico. Esperar pela distância. Agarrar os sorrisos, alimentar a dor.
Não me intressa saborear ilusões. Curar-te as feridas. Guardar-te as lágrimas.
Não me intressa o distante. Intressa o que tenho ainda comigo.
Não me intressa meter almas á frente da minha. Nem segurar os pés dos outros. Nem rastejar no chão húmido. Nem suplicar pelo amor. Nem gritar pelos tais nomes.
Não me intressa amar estranhos. Odiar conhecidos. Pares impares.
Já não me intressa cantar as mesmas cantigas. Penetrar o olhar num reflexo. Tocar numa ilusão. Sentir o sonho.
Já não me intressa a esperança. Não me intressa a morte dela.
Já não me intressas.
"Oh! Sabem a carolina? Sim aquela que tem mil pulseiras no braço. Que a palavra dela é uma hiperbole. Sim aquela que passa as aulas encostada á parede, a fazer exercicios com o seu fiel vizinho detrás. Sim aquela que anda muito com as duas meninas do fundo. Que sorri que nem uma parva. Não sabes? Aquela com as unhas pintadas de cor de vinho, com um estilo muito estranho. A menina das sardinhas na cara. Sim! É aquela menina mais baixa que os miudos de 5º ano. A que se experssa pelas palavras no papel, e que joga mal voleibol como o caraças! (se fosse so o volei =P). A menina que viva numa casa amarela.
Sabes a carolina? Hoje disse-me que era feliz!"
=X
*
21 de novembro de 2006
Infinidade
Este é o meu infinito. É por onde vou caminhando. E sigo todos os passos estrangeiros.
Estou cega por esta escuridão. Tropesso em quem me agarra o pés. Rasgo a voz a quem me segura as mãos.
Quero-me mover depressa no meio de tanta solidão. Mas solidão é solidão. E devagar passa o tempo por entre tanta gente.
É mudo este momento, no meio de tantos gritos em veias dilatadas.
Mete impressão não mete?... Saber que por tanta gente que cheiro. Tantos olhar de intresse e tantas bocas de inveja vivem em todos os mundos estrageiros. E principalmente nos conhecidos.
Momentos são orquestras de silêncio. Em que o piano de cada minima lágrima toca fino e sem perdão. E o violoncelo quebra cordas de todo o ódio.
É o que sinto em cada dia. O sorriso não tudo para poucos.. é verdade. Mas é o suficiente para convencer quase todos. Para meter inveja a alguns. E para me enganar a mim. Porque este sorriso não é sentido e muito menos verdadeiro. E porque todos os dias tenho palavras encravadas que nunca são ditas.
Isto é sem duvida o medo a falar por mim. Porque quem não tem medo é quem não tem vida! No meio de tanta confusão fico feliz por estar viva.
E lá passa mais um tufão nesse caminho em que sigo. Canso-me de ir atrás sempre dos mesmos que já fartos de mim estão... Mas eu amo-vos.
[Não foi um texto. Foi um desabafo]
Estou cega por esta escuridão. Tropesso em quem me agarra o pés. Rasgo a voz a quem me segura as mãos.
Quero-me mover depressa no meio de tanta solidão. Mas solidão é solidão. E devagar passa o tempo por entre tanta gente.
É mudo este momento, no meio de tantos gritos em veias dilatadas.
Mete impressão não mete?... Saber que por tanta gente que cheiro. Tantos olhar de intresse e tantas bocas de inveja vivem em todos os mundos estrageiros. E principalmente nos conhecidos.
Momentos são orquestras de silêncio. Em que o piano de cada minima lágrima toca fino e sem perdão. E o violoncelo quebra cordas de todo o ódio.
É o que sinto em cada dia. O sorriso não tudo para poucos.. é verdade. Mas é o suficiente para convencer quase todos. Para meter inveja a alguns. E para me enganar a mim. Porque este sorriso não é sentido e muito menos verdadeiro. E porque todos os dias tenho palavras encravadas que nunca são ditas.
Isto é sem duvida o medo a falar por mim. Porque quem não tem medo é quem não tem vida! No meio de tanta confusão fico feliz por estar viva.
E lá passa mais um tufão nesse caminho em que sigo. Canso-me de ir atrás sempre dos mesmos que já fartos de mim estão... Mas eu amo-vos.
[Não foi um texto. Foi um desabafo]
17 de novembro de 2006
Toca que toca
Uma musica toca. Em mim. Em ti. No mundo.
Ela diz pouco. O teu olhar diz muito.
Tu abraças-te em beijos. Eu em choros.
O vazio dá-me a mão. Eu puxo-te para dentro do buraco.
Enrolada em nada. Agarras em muito.
Dá-me a tua mão. Leva-me daqui. Pega-me ao colo com os teus sentimentos.
Eu bebo um sorriso. Grito uma lágrima de saudade. De alegria.
Toca mas como toca. Toca e vai tocando a musica do abraço. Toca-me, tocaria-te se deixasses.
PÁRA!
O silêncio...
Infinito...
Murmura-me sentidos. Fecha-me os olhos... Abre-me asas. Voa pelos ouvidos.
a musica chama-me. Tu desapareces.
Continua, ou é tarde demais?
Lord*
Ela diz pouco. O teu olhar diz muito.
Tu abraças-te em beijos. Eu em choros.
O vazio dá-me a mão. Eu puxo-te para dentro do buraco.
Enrolada em nada. Agarras em muito.
Dá-me a tua mão. Leva-me daqui. Pega-me ao colo com os teus sentimentos.
Eu bebo um sorriso. Grito uma lágrima de saudade. De alegria.
Toca mas como toca. Toca e vai tocando a musica do abraço. Toca-me, tocaria-te se deixasses.
PÁRA!
O silêncio...
Infinito...
Murmura-me sentidos. Fecha-me os olhos... Abre-me asas. Voa pelos ouvidos.
a musica chama-me. Tu desapareces.
Continua, ou é tarde demais?
Lord*
10 de novembro de 2006
Mesa
Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentaro meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(2x)
Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalma
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(3x)
Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...
Pode ser que nem tudo tenha a ver com o que por nós passou.
Talvez praga ou nada mais que o amor.
as ondas triunfam, e o vento sempre continua a soprar
E vou lançar mais uma garrafa pelo mar a dentro... uma folha em branco.
Longe ou perto não intressa, o que intressa é que existes e assim posso sentir a tua falta.
"(...) um semáforo aberto,
Um adeus para sempre.
Uma ferida que doi
Não por fora
Por dentro! (...)"
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentaro meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(2x)
Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalma
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(3x)
Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...
Pode ser que nem tudo tenha a ver com o que por nós passou.
Talvez praga ou nada mais que o amor.
as ondas triunfam, e o vento sempre continua a soprar
E vou lançar mais uma garrafa pelo mar a dentro... uma folha em branco.
Longe ou perto não intressa, o que intressa é que existes e assim posso sentir a tua falta.
"(...) um semáforo aberto,
Um adeus para sempre.
Uma ferida que doi
Não por fora
Por dentro! (...)"
3 de novembro de 2006
Custa-me

Custa olhar pela janela e ver a chuva a sorrinos com falsidade.
Custa ver-vos as asas de frente para mim.
Custa sentir o coração sobe os meus pés.
Custa ver a inspiração viajar para os aléns das eternidades.
Custa Olhar para o vermlho dos teus olhos e sentir a saudade apoderar-se dos meus lábios.
Custa sentir o quente das lágrimas escorrer por toda a face de branco angélico e rosadas comos se o frio de toda a minha tristeza fosse um piropo vindo dos teus olhos.
Custa sentir o arrependimento olhar-me de cima enquanto me empurra e me vê descer cada vez mais fundo.
Custa ir tarde demais à luta do que até agora não foi possivel ver.
Custa voltar a pensar em ti.
31 de outubro de 2006
Para Lé

Tempestades que nos levamLevam amores. Levam mágoas.
Levam a minha dor e trazem a tua felicidade.
Levam ventos, acaba a harmonia.
Inspiração divina, finita, escassa.
Tempestades de folhas de papel.
Tempestades de tintas ou carvão.
Mares de palavras, ondas de inspiração.
"O jeito não intressa o que conta é a intenção"
Manifesta-se a minha ternura, seja de que maneira for.
Tempestades feitas em tuas lágrimas, felicidade levada por asas de condor.
Os meus poemas não existem, são meras conjugaçoes de palavras.
Palavras feitas por quem as merece ouvir. Palavras para fadas de palavras poeticamente divinas.
Menina especial, a princesa dos cabelos de oiro, olhos de esmeralda. Sorriso sem fim.Semeias brisas, acarretas com tempestades.
Sopras as palvras... os ventos dos teus olhos. O esvoaçar do teu cabelo.
Fada dos sonhos, da pobreza dos amores. Da riqueza das amizades.
Limpas-nos as lagrimas, apertas-nos o coração. Colhes tristezas, esplahas miminhos, plantas riquezas!
Danças com as tempestades, brincas com o perigo.
Namoras as minhas asas. Guardas a minha beleza.
Brilhas entre as nuvens, com esse sorriso sintilante.
Marioneta da minha vida. Senhora da minha alma.
Eterna loucura.
Para sempre agarrada á minha ternura.
Tempestade dos meus olhos, sopram de novo. E vens tu recolher as tormentas.
Fada madrinha do que doce me sabe. Algodão doce.
Adoro-te* Laëtitia Celine Cruz
Meu coração de ouro.
Da tua Andorinha*
Para sempre!
[AgOra Ja É Tarde, NãO Tem DepOis Nem Antes...Nem PlanOs Nem Bagagens, O MundO SO MudOu De COr.Durante A Tempestade, RelampagOs Distantes Revelam A Passagem Da EscuridãO Para O EsplendOrO TempO É TãO COvarde, E AO MesmO TempO CriadOrSe O FOgO Ainda Arde NOs COraçÕes GigantesFaz Parte Da Paisagem, A Labareda DO AmOr]
10 de outubro de 2006
Teatro de Nós

Os cortinados fecham-se.
As luzes apagam-se.
Os gritos susurram.
As criaturas adormecem.
As fadas voam.
Os anjos beijam-se.
Sucedes-se o suicidio.
As lágrimas cristalizam, o sangue pára, o coração desce, a alma sobe.
A lâmina corta o tecido, o peito.
O silêncio predomina no tempo da dor.
Volto a abrir os olhos, desligo o despertador, os cortinados abrem-se, as luzes acendem.
As criaturas acordam, os gritos cantam. Os anjos escondem-se, as fadas também. O teatro da vida continua.
As labaredas de fogo e as purpurinas dançam com o ar.
Eu danço com o perigo. Há malabarismo com corações, ilusionismo com os amigos. Magia com o teu amor.
Como me fascina esta peça.
Como sonhadora é a criança da ignorância.
Como voa a ingenuidade. Esta é a sensação de quando me tocas, quando sinto os teus dedos dançarem com os meus. És o protagonista deste meu teatro, a junção das minhas duas metades: noite e dia.
Os cortinados fecham-se, as luzes apagam-se. Os gritas silênceiam, as fadas e os anjos levantam os cortinados e espreitam o sonho.
E eu largo a lâmina. E sonho.
A minha vida é o sonho.
*Ás vezes...
... tenho saudades tuas*
Para lord of walls
5 de outubro de 2006
Chorar para eles

Choro devagar e silênciosamente para que eles não possam ouvir a gritaria das minhas tristezas. Choro sem medo e com frieza, para que as 1001 mágoas existentes na minha alma morram de provocação.
Choro sem gemidos sem berros, pois a vida tem ouvidos da justiça e dela tenho medo. Não há qualquer punição, qualquer castigo para a liberdade. Nãohá qualquer justiça que possa ser feita sobre as lágrimas derramadas.
Choro para a minha harmonia, para o desencadeamento de mais lágrimas. Eles estão ai para me verem chorar outra vez, para remecherem no passado, amaldiçoaro meu futuro. Elas, as crianças da minha cabeça, simples inocências, culpabilidades inválidas de que nada servem para quem assombra a minha futura vida como a de outra pessoa qualquer. Choro dentro deste silêncioso quarto, sob escuta destas silênciosas paredes, aos olhos do grande e sombrio espelho presente na transparência da minha mente. Olhem-me nos olhos e olhem-se ao espelho. Ele que vê tudo! Ele que te vê sorrir, chorar, dançar. Olha, observa! Queres saber este segredo que guardei para sempre comigo? Então olha-te nesse espelho, sob escuta dessas paredes, no meio do sombrio quarto e pensa apenas em ti!Eles preseguiram-me e dançaram com as minhas lágrimas. E vão ser eles que me levaram á eternidade do céu!
*talvez pessoas, talvez não!*
30 de setembro de 2006
Causa da minha felicidade
As coisas que mais me fazem feliz: ver vocês sorrirem-me, abraçarem-me, gritar até ao fim do mundo. Ver a beleza da escuridão de uma noite, em que a lua nos beija os olhos de tanta beleza e o seu reflexo chora sobre o mar nocturno. Faz-me sorrir, ir correr pela praia num dia choroso pelas nuvens. Sentir a água gelada sobre o meu corpo. Sentir a corrente da lagoa a levar-me até ao final duma saborosa tarde.
Faz-me sorrir colher os meus proprios diamantes sintilantes e olhar em frente e ver um sorriso, algo que me reconforta num cobertor de tanta felicidade, tranquilidade e força. Atrás de mim os meus fantasmas, as minhas palavras.
Á frente a praia em que pela primeira vez sorri como alguém com alguém que o sabe fazer e o sabe desencadiar, com alguém insignificante na sua própria opinião. Hoje choro, de ter rido tanto, sorrir tanto, divertir, correr e gritar de mãos dadas com a aventura e com o coração em vocês. Choro de ambição e eterno agradecimento. E hoje um beijo eterno é dado em vocês, para que possa ver novamente a lua a beijar-me os olhos e agarrar na minha alma para dançar por uma noite fora.
*É ao pé de vocês que me sinto bem. São vocês que formam a pequena Ivy. Adoro-vos*
*Para Lion Heart, Blitzace, Angel girl, e todos os outros que participaram neste verão*
Faz-me sorrir colher os meus proprios diamantes sintilantes e olhar em frente e ver um sorriso, algo que me reconforta num cobertor de tanta felicidade, tranquilidade e força. Atrás de mim os meus fantasmas, as minhas palavras.
Á frente a praia em que pela primeira vez sorri como alguém com alguém que o sabe fazer e o sabe desencadiar, com alguém insignificante na sua própria opinião. Hoje choro, de ter rido tanto, sorrir tanto, divertir, correr e gritar de mãos dadas com a aventura e com o coração em vocês. Choro de ambição e eterno agradecimento. E hoje um beijo eterno é dado em vocês, para que possa ver novamente a lua a beijar-me os olhos e agarrar na minha alma para dançar por uma noite fora.
*É ao pé de vocês que me sinto bem. São vocês que formam a pequena Ivy. Adoro-vos*
*Para Lion Heart, Blitzace, Angel girl, e todos os outros que participaram neste verão*
29 de setembro de 2006
Inspiração minha

Voltaram as palavras! A invenção. Inspiração vaidosa. Consegue escrever a sua vaidade. A beleza dum simples voo em sonho. Descrições magnificas. Sabedoria deste meu dom. Voltou o tema da minha conversa com a caneta e a folha. Conversa de facto inacabavel. Inspiração essa que vai e volta.
E la vai ela mais uma vez...
La vai ela percorrer caminhos empedrados. Lá vai ela ter com quem precisa dela. Pois daqui e hoje não sairá mais nada desta boca. E por muitos mais gritos que dê, por muitas mais vidas que acordem, por muito mais passado inspirador que venha ao de cima, hoje não derramo mais lágrimas. Hoje canto o fado que a inspiração deixou antes de partir.
*Parada mas sempre a mexer. Ideias para serem pescadas, deste meu mar desinteressado*
27 de agosto de 2006
Danças

Gostava de dançar essas danças do medo. Onde me envolvo com seres e seres. Seres sem cara, com a boca fechada, as mãos na minha cintura e movimentos excitantes. Bruscos!
Gostava de dançar essa dança da tristeza, onde predominam lágrimas minhas dentro de lágrimas tuas. E dois seres juntos rodopiando pela pista fora, com movimentos melancólicos. Tristonhos.
Gostava de dançar essa dança da risada, onde apenas danço comigo propria e solto o que dentro de mim existe como se fossem males, doenças, maldições.
Danço a dança da vida de olhos fechados e de olhos fechados oiço a musica que me inspirou para escrever isto. E ao som dessa unica melodia sinto-me mecher em sobre a cadeira como se ela propria fosse o ser da minha imaginação. E...... uuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu... Fez-se!
Danças que fazem almas dançarem, danças que fazem as lagrimas chorarem, danças que fazem os corpos balançarem, danças na descontracção onde a natureza se interliga e tudo dança na eternidade da dança da vida.
*DANCE DANCE DANCE*
26 de agosto de 2006
Calado
Calada estou eu quando penso em ti
Calado está o meu corpo fraco e pesado de tanto sentimento
Calada está a voz magnifica de dentro da minha alma que grita para que tu apareças por de trás dessa tristeza afagante. Que chama por ti todas as manhas.
Calados são os olhos que choram por ti todos os dias, que veem o que n querem ver.
Calado está o meu coração meio solidificado sem nada ou algo que o acolha. Calado está ele como mo devolveste... partido!
Calada está a inspiração que não há em mim, que é incapaz de crescer por quaisquer que sejam os proximos acontecimentos nesta minha fútil vida.
Calado é o vento que sopra a toda a hora sobre os meus ouvidos surdos de tanta gritaria de corações e almas. Surdo de tantos seres á minha volta incapazes de se mexerem, á minha espera para que seja eu a gritar pela vida por eles.
Calado está o dia que irritantemente brilha lá fora sem dó nem piedade, com gente calada a vive-lo como se dias maus não existissem para aqeles corpos.
Calada está a multidão que quer mal para a vitalidade das minhas veias.
Calada está esta folha em branco que sente as mesmas palavras serem inscritas.
Calada estou eu depois de chorar de te ter. Calada pois proibiste-me de falar para que tudo em ti fizesse sentido, para que te pudesses ver caminhos florais sem uma unica árvore nua no meio.
Eu sigo esse caminho, um caminho calado pelo qual deviam ser dois a percorrer e não um.
Calada esta a vida que vivo hoje. E barulhenta a de amanha. Porque o mundo não está calado e jamais irá parar para que acabe de atar as sapatilhas ou mesmo para colar todos os bocadinhos do coração que deixaste cair ao chão.
Com as sapatilhas atadas eu acabei de me levantar e calada vou continuar a viver.
Agora... calado estás tu a ler o que aqui escrevi! E barulhenta está a vida que continuarei a viver.
Que sejas feliz! =) Ainda te adoro.
Friends? yeah!!!!
*
Calado está o meu corpo fraco e pesado de tanto sentimento
Calada está a voz magnifica de dentro da minha alma que grita para que tu apareças por de trás dessa tristeza afagante. Que chama por ti todas as manhas.
Calados são os olhos que choram por ti todos os dias, que veem o que n querem ver.
Calado está o meu coração meio solidificado sem nada ou algo que o acolha. Calado está ele como mo devolveste... partido!
Calada está a inspiração que não há em mim, que é incapaz de crescer por quaisquer que sejam os proximos acontecimentos nesta minha fútil vida.
Calado é o vento que sopra a toda a hora sobre os meus ouvidos surdos de tanta gritaria de corações e almas. Surdo de tantos seres á minha volta incapazes de se mexerem, á minha espera para que seja eu a gritar pela vida por eles.
Calado está o dia que irritantemente brilha lá fora sem dó nem piedade, com gente calada a vive-lo como se dias maus não existissem para aqeles corpos.
Calada está a multidão que quer mal para a vitalidade das minhas veias.
Calada está esta folha em branco que sente as mesmas palavras serem inscritas.
Calada estou eu depois de chorar de te ter. Calada pois proibiste-me de falar para que tudo em ti fizesse sentido, para que te pudesses ver caminhos florais sem uma unica árvore nua no meio.
Eu sigo esse caminho, um caminho calado pelo qual deviam ser dois a percorrer e não um.
Calada esta a vida que vivo hoje. E barulhenta a de amanha. Porque o mundo não está calado e jamais irá parar para que acabe de atar as sapatilhas ou mesmo para colar todos os bocadinhos do coração que deixaste cair ao chão.
Com as sapatilhas atadas eu acabei de me levantar e calada vou continuar a viver.
Agora... calado estás tu a ler o que aqui escrevi! E barulhenta está a vida que continuarei a viver.
Que sejas feliz! =) Ainda te adoro.
Friends? yeah!!!!
*
13 de agosto de 2006
Lados errados

Largaram-me a mil metros do chão, largaram-me porque me agarrei numa alucinação de vida que me enchia o coração, e que agora vejo perdida num cair que já não sei.
Largaram-me a mil metros do chão, reparo o sol que se afasta no ar. Rasgo caminho onde o vento dormia, adormeço sentidos no meu furacão, enquanto sol anuncia o dia sinto o meu corpo, desamparado, deslizar...
Perdi-te do lado errado do coração
Eras tu o meu chão...
Enquanto caía a terra rachou, e eu via a queda ainda mais funda.
Ao meu lado passava tudo o que passei, comigo a miragem que nada mudou, do voo rasante que nem começou, do tempo apressado que nem reparei...
Sinto os meus gestos flutuar devagar, no último segredo antes do ódio.
À minha frente um filme de aves sem voz, e quando as toquei resolvi gostar, quando as ouvi fiquei a amar ter tentado subir ao cimo de nós.
Amei-te do lado errado do coração.
Eras tu o meu chão..
Não sei ao que chamam lados do coração
Mas és tu o meu chão...
És tu o meu chão...
Toranja-Lados errados
=)
12 de agosto de 2006
Caminhos

Minha alma chora.. mas não choro com ela. Incapaz de chorar, de fazer brilhar as cascatas secas.
Incapaz de sofrer... o que doi não me explode. O que sinto não se manifesta.
Parece que é uma bomba que não explode, parece que é um bando de pássaros que cantam sem voz.
Lágrimas são palavras que a boca por medo não diz, são palavras que nem a boca nem os olhos querem dizer, não por medo mas pela tristeza encravada dentro da minha garganta.
Só oiço movimentos, só sinto vozes. Vejo a presença, saboreio um amor.
Sigo o meu caminho, sem chorar e sem sorrir. Sigo os passos dos anjos, sigo as aventuras do diabo. Tenho a febre do sentimento, a doença da vida.
Mãos cortadas de tanto ouvir, tristeza nas veias de tanta gente calar. Olhos secos sem lágrimas, lábios doridos de sorrisos forçados.
Como me doi a mente, como me doi a alma, como me doi o coração, como me doi o corpo.
Como me doi as mãos de escrever por vontade, como estragada está a caneta que canta surdinamente o que transmito.
Expressões fracassadas.
Meu choro é uma hiperbole.
A minha vida é um erro.
"A partida e a chegada são dois lados da mesma viagem."
=)
5 de agosto de 2006
Fazes-me sentir

Tudo estava tão bem quando derrepente fica mal. Uma felicidade não dura para sempre, e porque não?
Sempre que te vejo choro, aquela dor interminavel começa. Nunca te vejo e doi na mesma. Talvez pela saudade, pela tua falta, pelo meu medo.
Talvez pelos sentimentos ligados por outros, interligações matematicas e cientificas.. que nada explicão, a que com elas a dor aumenta. O anseio transforma-se em objectos cortantes.
Fazes-me sentir como um pássaro a voar pelo além sem saber que para que ares emigra, cantando as suas lamentosas melodias e quebram qualquer ouvido de cristal.
Fazes-me sentir como uma lágrima que cai mesmo ela sabendo porquê e dizendo a toda a gente que olha para ela.
Fazes-me sentir como uma carta sem qualquer palavra disponivel para ser lida. Como uma folha em branco pronta para ser escrita por alguém que nem escrever sabe.
És nada. És nada para o banal.. e tudo para mim.
Para ti =)
amo-te
ja vistes o que me fazes?
4 de agosto de 2006
Se sofrer
Se sofrer vou chorar, vou revoltar-me, vou viver.
Se sofrer minha alma chora e lágrimas soltam-se dos meus olhos.
Se sofrer outros sofrem... não digo coisa com coisa. Só lágrimas fazem sentido, nada mais que isso. Se sofrer não sei explicar porquê apenas sofro, apenas não quero sofrer, apenas tenho medo.................................................. de viver.
Apenas sou a fraca, a lamentosa, a feliz, a contentada, a que chora por ter vivido a amizade, o amor. Apenas por ter vivido e querer viver mais. Apenas por um anjo me pegar ao colo e levar-me deste sonho dizendo que já chega de tanta beleza. Que já chega de tanta lágrima, de tanto prazer.
Se sofrer a beleza chora comigo, o horrivel goza com o malabarismo dos meus olhos deitando água como um palhaço deita de uma flor.
Agora sofro e não sei falar, não sei explicar. Bandos de pássaros voam para longe de mim. E gritam por mim, cantam melodias tristonhas.
No meu sofrimento vivo por cima do mundo e vejo o que se passa com ele com cautela. Não me apercebo de que tanta gente vive no mesmo mundo que eu. Que tanta gente á minha volta sofre comigo só por que me fui embora. Só porque entrei no meu sotão onde me escondo quando o sofrimento me vem bater ou ralhar comigo.
Lentamente o sofrimento apodera-se de mim e dos outros.
Desculpa mas expludi e disse o que á muito qeria dizer.. não da melhor maneira mas sim na melhor altura. Vê o teu egocentrismo e diz-me quem tem razao.
Ela sabe de quem falo e do que falo. Ela sabe o que leu hoje e o que se passou. Ela sabe quem é.
Se sofrer minha alma chora e lágrimas soltam-se dos meus olhos.
Se sofrer outros sofrem... não digo coisa com coisa. Só lágrimas fazem sentido, nada mais que isso. Se sofrer não sei explicar porquê apenas sofro, apenas não quero sofrer, apenas tenho medo.................................................. de viver.
Apenas sou a fraca, a lamentosa, a feliz, a contentada, a que chora por ter vivido a amizade, o amor. Apenas por ter vivido e querer viver mais. Apenas por um anjo me pegar ao colo e levar-me deste sonho dizendo que já chega de tanta beleza. Que já chega de tanta lágrima, de tanto prazer.
Se sofrer a beleza chora comigo, o horrivel goza com o malabarismo dos meus olhos deitando água como um palhaço deita de uma flor.
Agora sofro e não sei falar, não sei explicar. Bandos de pássaros voam para longe de mim. E gritam por mim, cantam melodias tristonhas.
No meu sofrimento vivo por cima do mundo e vejo o que se passa com ele com cautela. Não me apercebo de que tanta gente vive no mesmo mundo que eu. Que tanta gente á minha volta sofre comigo só por que me fui embora. Só porque entrei no meu sotão onde me escondo quando o sofrimento me vem bater ou ralhar comigo.
Lentamente o sofrimento apodera-se de mim e dos outros.
Desculpa mas expludi e disse o que á muito qeria dizer.. não da melhor maneira mas sim na melhor altura. Vê o teu egocentrismo e diz-me quem tem razao.
Ela sabe de quem falo e do que falo. Ela sabe o que leu hoje e o que se passou. Ela sabe quem é.
1 de agosto de 2006
Mudar

Mudar de rumo, mudar a minha própria vida.
Mudar o sentido das coisas, as minhas perguntas, as minhas respostas.
Mudar as crenças, as carencias, as promessas.
Mudar as musicas da alma, o bater do coração, o girar da Terra.
Mudar o sentido dos sentimentos, o significado das palavras e dos gestos.
Trocar lagrimas por sorrisos, gritos por gargalhadas, noite pelo dia e o dia pela noite.
Trocar o ódio pelo amor, tristeza por felicidade, o importante por banal, o complexo pelo simples.
Trocar palavras por gestos, fantasmas por algo real, a mentira pela verdade.
O confuso pela convicto. Um sem coragem por um forte.
Mudar o estilo uma maneira dificil de viver cada dia por uma simples.. Por simplesmente viver.
Palavras caras para quê?
Quero mudar a minha vida!
=)
28 de julho de 2006
Ouvi dizer (por voces)

Ouvi dizer que á uns dias sofri, que água escorreu sobre as tuas mãos. Água da minha alma, da minha personalidade. Dei-te um bocado de mim. Confiança.
Ouvi dizer que partiste, e que tudo chorou por ti. O céu, o sol, as almas, a natureza, o banal.
Ouvi dizer que te fostes embora com o que te dei. Mas também não o quero de volta pois assim consigo-me lembrar de ti todos os dias e pedir que te guardem tão bem uma vez que aqui não o conseguiram fazer.
Ouvi dizer que choro todos os dias por algo que nunca existiu mas algo que me acompanhou durante 3 longos anos de idas e voltas para um mundo infinito de felicidade.
Ouvi dizer que esse mundo acabou pois ja la não estás.
Ouvi dizer que te matei com a minha tristeza. Mas não fui eu, foi a inveja dos outros. A minha tristeza só te sustentava. Era tristeza de saudade, saudade por estasres comigo mas não te conseguir alcançar por tão longe que estavas.
Ouvi dizer que agora a tristeza de saudade que sinto não é por estares comigo mas por te teres ido embora desta vida.
Ouvi dizer que sempre que olhamos para a janela quando está a chuver estamos apenas a ver o céu a chorar por ti. Porque estás com ele e não connosco.
Ouvi dizer que te vou adorar para sempre como a tua verdadeira alma que se entregou para me ajudar.
Que Deus te porteja.
*Na tua memoria. Hoje pensei em ti e tenho saudades... Juro que quando encontrar a inveja vou acabar com ela por ti. E agora luto pela minha ida por ti e por uma das pessoas que mais amo na vida que está ai contigo. Pela vossa memoria vou viver. Manuel Gouveia (1921-2003) e João Sobreiro (1989-2006)*
23 de julho de 2006
Para ti

Lágrimas que caiem, as minhas e as tuas. No meio do silencio, onde so se ouve o grito surdino das lagrimas.
Deixei de sentir-te ao pe de mim. Os teus labios nos meus, as tuas maos nas minhas, o teu corpo no meu. O teu cheiro.
Deixei de sentir-te. A minha alma grita, as minhas lagrimas suspiram...o meu corpo enfraquece.
Há pessoas por quem vale esperar que voltem.. e tu vais voltar e eu vou esperar por ti. E vou continuar a gritar até a minha voz morra, até o tempo voe.
Vou continuar a gritar até que todo o mundo me oiça, até que mais ninguém tenha algo a dizer, até que os deuses abram caminhos para que possas vir, até mesmo que tu venhas.
Vou continuar a gritar apenas uma e simples palavra, que comove tudo e todos, que parte outros corações, que enfortece os nossos, que nos reconforta, que nos aviva.
Uma unica palavra que muda todo o sentido da vida e mudou a minha.
Uma unica palavra,
AAAAAMMMMMOOOOOOO-TTTTTEEEEEEE
*acho que q inspiração voltou outra vez. Qem qer mais?*
13 de julho de 2006
Pôr-do-sol

Ao pôr-do-sol eu grito... Uma infinidade de coisas saltam da minha boca para fora... As andorinhas fogem, as almas recolhem-se... E tu não apareces.
Fugiste ao nascer do sol.. e não voltas quando ele se põe... Não sais de dentro de mim... Entraste e não sais-te.
Ao pôr-do-sol eu espreito á janela com incerteza, vejo as ruas sem qualquer vivalma, e o ambiente arrefece. Ao pôr-do-sol perco a inspiração... já não sei escrever...
Ao pôr-do-sol a minha vida torna-se uma reticiencia, uma infinidade de sentimentos e ocasiões, tudo ainda por viver. Ao pôr-do-sol a minha saudade cresce, o meu sorriso chora, as minhas lágrimas morrem, a minha vida nasce.
Ao pôr-do-sol tu não voltas.. eu não te sinto.
Ao pôr-do-sol embrulhada numa manta com a lareira acesa, com a janela aberta e a brisa da maresia a beijar-me a cara acabo de escrever o que senti até hoje porque para além do amanha ninguém sabe o que acontece...
Ao pôr-do-sol escrevo a ultima palavra do meu ultimo texto.
Ao pôr-do-sol digo adeus.
*Tão bem que tenho andado não tenho sentido grandes frustações... tenho andado sem inspiração.. Fecho aqui o blog.. Talvez um dia volte.. um dia que tenha inspiração... Um dia que tenha sido vivido. Obrigado a quem leu e a quem deixou de ler. foi por voces que escrevi.*
*Este blog é dedicado (como já se percebeu) a algumas pessoas que entraram na minha vida e uma delas é uma simples borboleta. Para ela vou viver.. por ela vou continuar a escrever.
Por ti demonstro a amizade, gostomuitodeti julie*
*Por ti também escrevi.. entraste na altura certa.. e eu amo-te*
11 de julho de 2006
Asas sem costas

Quero ir mas não voltar. Roubaram-me as asas, soltaram-me as pétalas...
Alguém me tirou a possibilidade de voltar a partir para junto de ti. Tenho que ir ter contigo mas por muito mais longe que é cada vez mais perto, foges-me por entre os dedos. A tua presença não quer permanecer comigo, a tua boca não se encaixa sobre a minha.
Belas asas caidas sobre o chão, magoadas sem qualquer novo uso. Perdi-as! Então começo a construir um novo par de asas... asas mais belas, as asas perfeitas para as minhas cotas.. Quero voltar a voar com elas... quero ir ter contigo e vou unir os meus dedos para que não me voltes a escapar. Dentro de mim não sais, eu quero ficar contigo.
Quero ir contigo e nunca mais voltar... a cidade de papões não me engole mais. Nada mais me destroi nem a mim nem ao que o ar que respiro sente por ti.
Amo-te
*Vou-te raptar... =) Posso não estar a consiguir agora.. mas não sais daqui enquanto não estiver contigo*
9 de julho de 2006
Voar com uma borboleta

Voar por entre a minha vida. Por entre espaços verdes e violetas. Por entre pessoas desconhecidas perante o coração. Por entre sonhos.
Voar em sentimentos, sejam eles tristes ou contentes. Voar em palavras, sejam elas doces ou amargas. Voar em olhares maliciosos, amorosos e bondosos. Voar em sorrisos falsos e verdadeiros.
Voar.................................
Voar é tudo o que sei fazer mesmo que isso nem seja possivel. Voar é apenas um sonho, o meu sonho de viver. A minha amibição.
Voar por entre o meu silêncio e nele ouvir o bater das minhas asas. Voar até ao infinito e lá ficar.
Voar é a morte de quem vive o irreal e vive apenas o que quer que seja vivido mas que não é.
Bagunça! As minhas asas enrrolam ao te verem a levantar voo. Vem! Voa comigo... Vamos voar pelo além dos nossos sonhos. Vamos voar pelo nosso amor. Vamos voar para ficarmos juntas.
Vamos voar para morrer.
E agora tu posas sobre mim e exibes as tuas lindas asas de borboleta. E eu morro perante tanta beleza.
*Uma vez disseste-me: "Eu queria apanhar aquela borboleta que ficou presa no vidro do átrio do colegio e depois ia à tua sala e soprava-a para ti. Mas não consegui". E agora pergunto, porque é que me querias dar a borboleta se já tenho uma? Eu ja te tenho a ti!*
8 de julho de 2006
Doença Depressiva

Depressão é uma doença de quem amou a vida. Passamos a vida a ouvir musicas do passado e pela nossa cara caiem lágrimas. No fundo não conseguimos parar de chorar. É a fase em que sentimos que a pouco e pouco estamos a perder tudo, até a nossa própria infelicidade. Depressão é quando alguém tem tanto amor á vida que quer morrer. Sentimo-nos sozinhos no mundo mesmo quando temos tudo.
Depressão é uma pequena ternura maligna de cada lembrança do passado. O passado estraga o futuro, mas no entanto acontecimentos passados são as chaves para acontecimentos futuros.
*Para quem já passou por uma destas, em que infelizmente ja passei. Os amigos são as estrelas e a vida é o sol. "Quando não vires o sol, não chores as tuas lágrimas impedirteam de veres as estrelas". Força!*
6 de julho de 2006
Adeus

Adeus caro amigo, adeus caro amor.
Separar-me-ei de ti durante escassos eternos segundos. Durante o nosso ultimo sorriso, com a nossa ultima lágrima. À nossa volta, uma multidão de seres à espera que saias para te dizerem o seu ultimo adeus. Eu agarro-te e digo-te "vem comigo". Agarras me a mão, e em ambas cabeças vêm memórias que deixaram de ser memórias mas ambições para a nossa próxima vida. Derepente a tua mão deixa de existir sobre a minha, um diamante cai do teu olho e escorre sobre a tua face. Um espirito puxa-te e eu sou presa pela dor. Toda a ambição passa a memórias. Todos os sorrisos passam a lágrimas, toda a alegria passa a saudade e a tristeza. Todos os sentimentos unem-se na revolta. O fim chegou. A palavra tem que ser dita,
Adeus
Adeus felicidade, tristeza, saudade. Adeus vidas, tormentos. Adeus almas. Adeus Borboleta, adeus amor.
Adeus a mim e obrigado por tudo. Adeus por agora ou adeus para sempre?
1 de julho de 2006
Pássaro

Quando me saiste da garganta, do coração voas-te para longe da minha alma transportando as minhas mágoas em forma de palavras e pregas-te-as aos peixes de todos os rios de lágrimas derramadas sobre o ódio e o arrependimento dos meus e dos teus actos. Maldito amor... aquela doença incurável a que os fracos sofrem e todos os dias soltam pássaros da garganta, pássaros como tu. A magia das tuas asas acalmam monstros amançados e resuscita borboletas adormecidas. O teu canto comove os meus ouvidos e sobre o teu silencio a minha alma dorida adormece. O meu amor por ti emigra para o anjo seguinte. O meu tormento de amor acabou mas vai voltar quando sentir o mesmo que senti por ti oh pássaro!
Adeus!
*Escrevi isto para ti minha xupete aporcalhada =P e para ti foi escrito.. por aquilo que sentiste na altura. Vais ficar para sempre ca dentro. GMDT Lé*
30 de junho de 2006
A nossa dor, dor de ambas

Tudo o que sinto na alma ferve-me nas veias... Oh!... como a minha alma chora desalmadamente. Espetaram-me uma faca do tamanho do meu corpo. Ao ouvir as tuas palavras o meu coração cristalizado quebra-se e tu pisastes os cacos. A dor apodera-se da tua alma e ela beija-me o coração com ternura. Que foi que tu fizestes? Quebrastes as nossas almas! Nossa felicidade morreu. Nosso ódio nasceu. O tormento que paira sobre todos volta. Acabamos de incendiar o nosso jardim. O jardim da vida!
*Chateamo-nos antes da escola acabar, a minha escola acabou da pior maneira. Acabava sim muito bem se tu tivesses ficado comigo. Agora pouco nos vemos, mas eu so quero estar contigo minha borboleta. EU ADORO-TE JULIE REICHAMBACH*
*Hoje pouco por escrever, pouco por dizer.. mas ainda muito por sentir*
28 de junho de 2006
Sentimentos verdadeiros

Perguntas-me se estou bem e digo-te que estou mal. Está uma noite escura e fria. É apenas uma noite de Verão destas ultimas épocas. Uma da manhã, penso com os olhos pesados de sono nas merdas que fiz hoje, em palavras que nunca deveriam ter voado da minha boca. Não quero dormir porque tenho medo do dia de amanhã. tenho medo dos proximos erros que irei cometer. tenho medo da proxima pessoa que irei perder.
Invento tornados na minha cabeça. Tornados que sugam todas as gavetas do meu pensamento. Só quero esquecer tudo durante um minuto. Viver feliz durante um minuto. Sim porque nenhuma memória me fará sorrir. Os bons momentos não os voltarei a viver e os maus... arrpendo-me dos erros que cometi. Só me apetece estar sozinha, sem lembranças do passado e do presente. Só quero voar por entre os meus sonhos, sim porque quando o faço sinto-me feliz. Faço-o todos os dias antes de entrar no jardim do sono. E quando o faço adormeço com um sorriso no rosto e na alma. A solidão não mata, elouquece!
Porque é que me falas em amigos se a amizade é um sentimento incompleto? É falso e é triste. Todos ganhamos e perdemos amigos a todos os segundos. Os amigos só servem para trazer memorias. E as memorias fazem-me infeliz. Apesar disto agradeço a amizade de muitas pessoas. Apesar de ter sido inutil, trouxeram-me um sorriso no rosto e na alma temporariamente.
Só o amor é que é um sentimento completo. É verdadeiro e é falso. Sorrisos de alma eternos. O amor é eterno. Tristeza da vida. Trás a vida e trás a morte! O odio, a felicidade, a confiança, a traição. Os beijos, o carinho, os olhares, os sorrisos. As lágrimas, o sofrimento, a raiva, a força A chama viva e a chama fraca. Tu! Eu! Eu! Tu! Tu e eu! Eu e tu! Nós! As letras:
A
M
O
T
E
A palavra ADORO-TE! Decido entao me lembrar do dia d'hoje. Fechar os olhos e entrar no jardim do sono. Amanha é outro dia. Outro sofrimento. Outra felicidade e mais tarde uma noite comprida com a incerteza de adormecer. Em geral a minha alma em ferida!
*Escrevi este texto já á muito tempo. Vai fazer agr um ano quando o escrevi. Na altura sentia isto. Agora estou a sentir o mesmo. Não sei de nada, não sei o que fazer*
27 de junho de 2006
Minha Liberdade

Quantas mais facas iram aparecer? Com cada anjo a magoar-me só porque cantar é proibido na alma musical da vida.
Quem canta é quem fala, quem cala consente. Natureza que fala é a natureza que ouve. Nada pode ser dito perante as plantas. Estou farta de escutar. Quero cantar, quero que os papões me assustem e comem os meus sonhos, me cortem as asas, me puchem os pés, me calem a voz. Quero que os anjos caminhem até ao infinito e se protejam apenas a si próprios. Proteger os outros apenas Deus e a nossa alma. Gritar às almas, gritar aos anjos, gritar aos papões, gritar! Gritar e soltar tudo! A saudade pelas borboletas afoga-me e o seu choro afaga-me a voz, o meu corpo. Voar perante sonhos. Os meus e os outros. Os sonhos são altos, a vida é baixa. O sangue morre e o sorriso chora. O olá de manhã é provisório, o adeus da noite é eterno.
* Farta que me prendam, que não me deixem ser aquilo que sou. Que não me deixem dizer apenas aquilo que acho. Tudo o que faço está errado para vocês, para mim está certo porque tenho razões para isso e porque confio nos outros. *
25 de junho de 2006
Dido-Take my hand

Touch my skin, and tell me what you’re thinking
Take my hand and show me where we’re going
Lie down next to me, look into my eyes and tell me, oh tell me what you’re seeing
So sit on top of the world and tell me how you’re feeling
What you feel now is what I feel for you
Take my hand and if I’m lying to you
I’ll always be alone, if I’m lying to you
See my eyes, they carry your reflection
Watch my lips and hear the words I’m telling you
Give your trust to me and look into my heart and show me, show me what you’re doing
So sit on top of the world and tell me how you’re feeling
What you feel now is what I feel for you
Take my hand and if I’m lying to you
I’ll always be alone, if I’m lying to you
Take your time, if I’m lying to you
I know you’ll find that you believe me
You believe me
Feel the sun on your face and tell me what you’re thinking
Catch the snow on your tongue and show me how it tastes
Take my hand and if I’m lying to you
I’ll always be alone, if I’m lying to you
Take your time, if I’m lying to you
I know you’ll find that you believe me
You believe me
*Hoje pus-me a ouvir esta musica e lembrei-me do meu 8º ano. Ui..... quem é que não se lembra do 8º ano? E do 9º ano? Essa turma ficou para sempre aqui marcada, e tudo o que se passou tambem (ele sabe do que estou a falar e sabe perfeitamente que lhe devo um grande pedido desculpas por o ter feito passar tudo o que pasou)*
*Foi no 8º ano que eu te descobri minha borboleta. Foi a partir desse belo ano que todas as maluqueiras da Julie e da Carol começaram. Tenho saudades destes dois ultimos anos e tu sabes de tudo o que tenho. Sabes o quanto esta musica e todas as dela mais Linkin Park me acompanharam e vão me acompanhar para o resto da vida.*
*Aliás nem és so tu que sabes Julie. Sabe o Afonso, Ana Raquel, Fialho, Botelho, Mota, Xcanedian, Cris, Edi, Flipa, Fred, Gonçalo, Jony, JP, Joca, Lili, Mé, Luis, Ricardo, Sara, Vanessa, Tany. (se me esqueci de alguem desculpem) Toda a turma sabe o quanto estes dois anos foram importantes e iram ser para sempre.*
ADORO-VOS 9ºB
24 de junho de 2006
Sentimento de amor

Normalmente tudo é explicado por palavras. Os sentimentos nunca são explicados por palavras, apenas por actos e pensamentos.
Não vale a pena te dizer nada.. tu sabes tudo o que digo. Todas as declarações são ditas pela simplicidade de um olhar ou um beijo. Cada palavra vinda da tua boca toca-me de mansinho como uma pena a pousarno chão e cada uma delas fazem-me sentir como se os anjos beijassem- FELIZ!
A chuva salpica-me os pés com amor...
O vento diz-me que a vida é algo que pouco dura e que sou feliz.
O sol aquece-me a cara de alegria.
Os vidros no chão beijam-me os pés.
O espelho partido mostra a cara de uma pessoa bela.
O sangue no chão e a mão cortada rimam poemas de amor e reconforto.
A dor de cada arranham cobre-me de egoismo. Só então percebo que o amor é eterno e ter-te-ei para sempre na bolsa ao qual chamamos coração. AMO-TE
*este texto está muito forte pois escrevi-o com o ódia que sentia no momento, não aconselhado a pessoas sensiveis, peço imensa desculpa*
________________________________________________________________________________
*para todas as pessoas que me fazem feliz hoje e me fixeram no passado*
*para ti meu amor*
21 de junho de 2006
Ser criança

Não consigo deixar de pensar no meu passado. Quando passava tardes inteiras em que o sol me chamava para casa até noites em que as estrelas clamavam o meu nome, a brincar com os meus vizinhos. Quando me ria de felicidade. Aquela felicidade de criança! Quando corria atras das penas das galinhas do meu pai. Também sonhava por ter umas para poder voar, voar bem alto! E voava nos meus sonhos de criança. Quando me escondia debaixo das saias da minha mãe com medo dos papões dos meus pesadelos, aqueles papões que me cortavam as asas e eu caia e começava a chorar. Quando não tinha a noção do que era sofrer a sério. Aianda me lembro daquele sorriso ardente, aquele sorriso que não enganava nninguém, e que brilhava perante o meu espanto de criança. Era feliz! E fico contente por saber que um dia já o fui, porque há quem nunca tenha sido. Agora também sou. Mas nunca é nem vai ser a mesma coisa. Vivia em sonhos e ilusões, acreditava no pai-natal, na fada dos dentes de leite, acreditava que um dia o homem ia voar. Eu cresci. E só vou ser desta forma uma unica vez na vida. E há que ter saudades do passado. Porque na vida cada ponto nunca é repetido. Podemos continuar a sonhar em voar, e de facto voamos, voamos entre os sonhos, entre o amor... voamos voamos e depois caimos ("Quanto mais alto voas maior é a queda"). Cai tantas vezes, e quero cair muito mais. Quero viver. Quero voltar a ser criança!
*apenas relembrando, faz bem =) aiiiii crianças!*
18 de junho de 2006
Porquê Borboleta?

Porque é que as minhas borboletas partiram e atrás delas foram todas as purpurinas mágicas de recordações?
Porque é que o nosso jardim incendiou-se e todos os seres vivos morreram de angústia?
Porque é que o nosso verão é um autentico inverno?
Porque é que deixas-te que os demónios nos apanhassem?
Porque é que a caixa de Pandora se abriu?
Porque é que as estrelas da nossa noite desapareceram?
Porque é que esta doença se agravou?
Porque é que a saudade voltou?
Porque é que os anjos perderam as asas?
Porque é que as cigarras já não cantam a sua vida?
Porque é que me deixas-te borboleta?
Porque é que voaste?
Porque é que partiste?
Agora apenas sinto as minhas lágrimas escorrerem até à minha alma arrefecida! E o mar da saudade afoga-me. E morro sem borboletas a colherem o polen da flor da minha alma.
Não digo até já agora mas sim
Adeus
*Para a minha borboleta, vejo o tempo a separar-nos cada vez mais. E não consigo fazer nada para impedir. Faz qualquer coisa julie!*
17 de junho de 2006
Agradecer pela Vida?

Quando nascemos, só servimos para duas coisas. Fazermos os outros felizes e levarmos com a raiva dos outros. A vida é uma guerra continua. Os sonhos fecham-nos os olhos e assim fazemos Tudo para os alcançar. Até mesmo passar por cima das pessoas que mais gostamos. A vida não é injusta. Nós é que a tornamos má. Ela é apenas aquilo que pintamos. Ela é justa! Pagamos pelos nossos erros, e quando pagamos pelos erros dos outros somos sempre beneficiados. Basta acreditar e ter força!
Sinto a falta de tudo, até de mim própria. A vida é justa mas há quem ache o contrario. Devemos agradecer o facto de vivermos e de ter bons e maus momentos. Devemos agradecer a facto de termos casa, comida, roupa, amigos, familia. Devemos agradecer o facto de sermos saudáveis e também o facto de estramos doenstes, porque a doença é um sinal de vida bem vivida, bem aproveitada. Devemos agradecer tudo isto, mas agradecer a quem?? A Deus como o povo diz? Não porque Deus não vive a vida por nós. Devemos agradecer a nós próprios!
Devemos não só agradecer a nós próprio como a quem nos deu a vida: Os nossos pais e Deus também. Mas agradecer a nós prórpios por vivermos a vida como ela nos é.
Sei que talvez choque algumas pessoas a minha maneira de pensar. É só o que acho, cada um tem a sua opinião. Há quem não concorde.
14 de junho de 2006
Piratas

Para quê dar ouvidos áqueles navios piratas que nos soltam bombas através daquelas bocarras?! Temos caravelas Portuguesas à deriva nos Oceanos à procura do que temos dentro de nós! Essas caravelas são os amigos verdadeiros. Cada bomba é um sentimento de inveja. Mas quando olhas à tua volta e só vês mar e mar e muitos piratas, refugia-te dentro de ti. Grita! Não te deixes afogar! Deixa que todas as aquelas bombas se esgotem e depois ataca! Solta todos os morcegos daquela gruta escura onde te refugias. Solta aquele demónio que está a crescer cada vez mais com toda a tua raiva. Solta-te!! Irás sentir um vazio. O vazio daquele peso que acartavas contigo todos os dias.
A noite cai, fecha os olhos e conta todos os cordeiros do dia. Relembra. Há uma ferida que nunca irá sarar. É a ferida da vida. Da vida justa!
Escrevi desta forma, porque gostei das metáforas infantis que apliquei. =) Bela forma de expressar o que se sente não? =)
*Em tempos foi para a Guida. De facto ainda é para ela, mas não só. É apenas por quem se deixa ir abaixo com o que os outros dizem. Na semana passada eu fui e não devia.*
11 de junho de 2006
Meu anjo

Tenho uma bomba-relogio na minha cabeça prestes a explodir. Tenho um pássaro dentro da minha garganta a cantarolar de alegria. Nas minhas veias corre ódio. Os meus olhos brilham de euforia. Nasce suor de medo na minha pele. Correm-me lágrimas de sangue pela face. Vejo corpos a sobrevoarem o ar á minha volta. E eles olham-me. Olham-me com malícia no olhar. Cada um infiltra-se dentro de mim e passam-ma várias imagens na cabeça. Oiço gargalhadas de felicidade e gritos de ódio. Sinto um beijo nos meus lábios e um estalo na cara. Sete facas espetam-se-me no coração, lentamente… E a dor não passa! Nem vai passar, nunca! De repente grito! Solto tudo o que está dentro de mim. As facas saem violentamente de meu coração. O pássaro voa da minha garganta e empoleira-se no meu pé. Os espíritos escondem-se de medo e insegurança. A minha alma congela e tudo dentro de mim desaparece. Tudo se escondeu de mim. Mas depois apareceste tu. Pegas-te-me ao colo e eu toquei-te nas asas. Levantei voo e ouvi as tuas palavras. Todas elas tocaram-me de mansinho como um miminho reconfortante. Levas-te-me para a tua terra. O paraíso! Encostas-te a tua boca ao meu ouvido e mencionastes três simples palavras que me invadiram de uma felicidade que nunca tinha sentido antes:AMEI-TE, AMO-TE e AMAR-TE-EI para sempre!
AMO-TE MUITO!
*
10 de junho de 2006
Optimismo

Quando o corpo não chora, chora coração. Não há lágrimas que cheguem para abafar o nosso sofrimento, por isso é que doi. O chorar é quando a nossa alma desabafa com os anjos. Mas eles não existem! O nosso aconchego somos nós próprios, é a nossa vida!
Quero te dizer tudo nesta folha, nestas linhas quero dizer o que sinto. Faltam-me todas as palavras e toda a inspiração mas acredito que ao tirar tudo para fora os espiritosvão ler cada palavra e depois desaparecem. Para sempre! Secalhar nem existem... secalhar nem nós existimos, somos apenas um sonho das poeiras galáxicas. Fazemos parte de um sono profundo. É tudo uma ilusão. Mas se os sonhos não são realidade porque não aproveitar todas as miragens e sofrer menos?
É o que resta do meu optimismo... =]
Não desistam de lutar porque não vale a pena
5 de junho de 2006
Chuva

Está a chover!Chove sentimentos. almas, vida!Cada gota bate com força no vidro da minha varanda como se quisesse entrar á procura de algo: talvez amor, carinho ou então um pouco de vida.Cada uma quer-me como se eu fosse essencial para a sua vida.Mas a verdade é que não sou, a verdade é que se eu não existisse ia continuar a chover desenfriadeamente, pois a chuva não passa de minimas gotas de água que apenas embatem no meu vidro devido ao vento.mas mesmo assim elas não deixam de ser raras pois só elas representam a vida.Apenas o fútil e o simples é que representa a vida. O complexo não passa de algo produzido com stress e má vontade... talvez seja importante para a vida.. mas apenas para a vida de quem não sabe viver, a vida de quem não vive.
Gotas do meu pensamento.
Como referi em cima é para quem não sabe viver.Não gostas metes ao canto do prato!Temos pena.
Fostes-te embora, mas eu revolto-me por ti!
4 de junho de 2006
O tempo, meus sonhos
Este tempo não vai acabar nunca! O tempo em que os meus olhos pesam como penas e a minha alma adormece pelom cansaço. O tempo voa e faz-me voar para o passado e o futuro.Deixa-me inquieta no presente. Com o tempo voam os erros. Atrás dos erros voa a trsiteza. atrás de mim vem a vida.
hum..... que sono!
Sono de mágoas! A felicidade adormece e todos entramos num jardim: aqui não há tempo pois ele parou, ele morreu! Não vejo mais nada senão uma pessoa. Um homem, ele agarra a flor da esperança e o meu coração apanha a flor da paixão. Uma sensação de mistura me persegue: felicidade e ansiedade. Quando ele se aproxima o tempo anda de novo e eu acordo! Os meus sonhos são apenas sonhos! sonhos do tempo. Do tempo com asas.
Não só para as pessoas que fizeram parte do meu passado e do meu presente, como para ti.. tu és o meu futuro!
ADORO-TE MUITO
3 de junho de 2006
Gostos e simplicidades

Gosto da simplicidade de um sorriso, de um olhar, de uma lágrima.
Gosto da simplicidade da solidão, do amor, do ódio.
Gosto da simplicidade de uma cama de uma cama, de uma cama.
Gosto da simplicidade de uma flor, de uma flor, de uma árvore.
Gosto da simplicidade dos anjos, dos amigos.
Gosto da simplicidade dos erros, dos bons e maus momentos, do paraiso, do inferno.
Gosto da simplicidade de um nascimento, de uma morte.
Gosta da simplicidade da vida!
Nada de especial, para tudo especial!
Nada de mim para tudo de todos!
Nada do mundo para tudo da vida!
Gosto do que é simples, pois a partir do simples vem o complexo.
O mais simples é igual ao mais belo.
O mundo é um plástico usado. =(
28 de maio de 2006
Depressão

Todos aqueles seres flutuam e deslizam no ar á minha volta. Sinto cada um deles a entrar dentro da minha alma, como se fosse o seu nectar de vida. Com tanta gente á minha volta sinto-me mais só. Dizem que a solidão é o sentimento da multidão. É verdade. Todos nós nos refugiamos nos santuários que temos dentro de nós. E aí vemos o nosso passado e antepassado. Nestes santuários só entra quem nos é realmente importante e por vezes não chega a entrar ninguem... Nos santuários existe tudo: desde recordações a boas e más, erros, arrependimentos e sobretudo sonhos!! A solidão não mata, elouquece! Há quem fique preso nos santuários e não saia nunca mais...há quem fique agarrado a sonhos que nunca se concretizaram.. para alem dos sonhos também existem ilusões..seres imaginários que nos reconfortam ou mesmo assustam. Quem teme a solidão é quem quer te-la! Por isso, aproveitar todos os segundos ao maximo e não pensar em coisas externas, é uma prioridade na vida. Aproveitar tudo! Até os maus momentos, porque quando nos fecham uma porta abre-se sempre uma janela. Abre uma janela num sotão... Para descobri-la é preciso ter força de viver!!
Para quem neste momento sofre por coisas banais, para quem se sente mais que só..
Não desistam, não vale a pena.
27 de maio de 2006
Obrigado

Obrigado.
Porque és tu que calas o meu silêncio.
Porque és tu que esvazeias o meu vazio.
Porque és tu que levas metade do quilo de penas que acolho.
Porque é o teu sorriso que me anima.
Porque são as tuas lágrimas que me entristecem.
Porque és daqueles seres com asas e belos.
Porque matas-te a minha morte.
Matas-te a fome do meu coração.
Matas-te a sede da minha alma.
Trocas-te o ódio que me corria nas veias por amor.
Sugas-te os espíritos do meu mundo.
Ouviste o canto profundo dos pássaros das minha garganta.
Acolheste-me no teu coração em dias chuvosos.
Obrigado por existires. És o nectar de vida de cada um.
Para as ninfas, para a borboleta, guida e jo. Para o meu mano ricardo. =)
Para ti lindo... ADORO-TE MUITO!
24 de maio de 2006
Saudade

A saudade mata, a saudade morre.
Saudade são lágrimas apertadas, gritos soltos, monstros acordados.
Saudade é o mar. Saudade é uma doença de ausência.
Saudade sou eu, saudade és tu.
Olho para o vidro e vejo a transparência de tudo o que é claro e o reflexo do que é escuro, o refelxo da tristeza, o reflexo da saudade, o reflexo de mim.
Através do vidro vejo-te a ti, a reflectires a saudade através do vidro da minha alma.
As almas cantam saudade ao verem-te partir. Partes por esse mar. E nós afogamo-nos no nosso mar, o mar da saudade.
Saudade sou eu, saudade és tu..
Saudade somos todos nós.
Saudade é a vida
Para si, você a pessoa que partiu sem dizer nada a ningém, a pessoa que partiu no silêncio.A pessoa por quem ainda hoje rezo e peço para o guardarem no sitio onde sempre mereceu ficar desde o seu nascimento.
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