26 de agosto de 2006

Calado

Calada estou eu quando penso em ti
Calado está o meu corpo fraco e pesado de tanto sentimento
Calada está a voz magnifica de dentro da minha alma que grita para que tu apareças por de trás dessa tristeza afagante. Que chama por ti todas as manhas.
Calados são os olhos que choram por ti todos os dias, que veem o que n querem ver.
Calado está o meu coração meio solidificado sem nada ou algo que o acolha. Calado está ele como mo devolveste... partido!
Calada está a inspiração que não há em mim, que é incapaz de crescer por quaisquer que sejam os proximos acontecimentos nesta minha fútil vida.
Calado é o vento que sopra a toda a hora sobre os meus ouvidos surdos de tanta gritaria de corações e almas. Surdo de tantos seres á minha volta incapazes de se mexerem, á minha espera para que seja eu a gritar pela vida por eles.
Calado está o dia que irritantemente brilha lá fora sem dó nem piedade, com gente calada a vive-lo como se dias maus não existissem para aqeles corpos.
Calada está a multidão que quer mal para a vitalidade das minhas veias.
Calada está esta folha em branco que sente as mesmas palavras serem inscritas.
Calada estou eu depois de chorar de te ter. Calada pois proibiste-me de falar para que tudo em ti fizesse sentido, para que te pudesses ver caminhos florais sem uma unica árvore nua no meio.
Eu sigo esse caminho, um caminho calado pelo qual deviam ser dois a percorrer e não um.
Calada esta a vida que vivo hoje. E barulhenta a de amanha. Porque o mundo não está calado e jamais irá parar para que acabe de atar as sapatilhas ou mesmo para colar todos os bocadinhos do coração que deixaste cair ao chão.


Com as sapatilhas atadas eu acabei de me levantar e calada vou continuar a viver.
Agora... calado estás tu a ler o que aqui escrevi! E barulhenta está a vida que continuarei a viver.

Que sejas feliz! =) Ainda te adoro.

Friends? yeah!!!!

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