É o que sinto... esse teu algo que aperta.
O mundo não pára, essa tua pequena vida continua.
E solta-se num passo, não pares, olha para trás, não te fixes em memórias.
Não te cortes, deseja. Voa!...
Sente, nem que seja o carinho de uma palavra,... Adoro-te!
Lê no em reflexos o que os teus olhos te dizem, não te entregues á fraqueza. Eensa, não afogues a tua alma com incertezas. Não mates a tua força com lamúrias.
Grita. Sente a revolta a sair-te das interrogações, arranhar-te a garganta, o ar mais leve, o tempo mais calmo, e a realidade canta.
Ouve o silêncio da noite, pede esse às estrelas, esse desejo que te atormenta, que rebaixa o grande sorriso que brilha sobre teu rosto.
Entrega-te à eternidade do pensamento. Não pares!
Sê discreto não te prendas em quem te morde os pés.
Vive, não por eles, não por nós. Por ti!
Ama, salva-te desse desespero. Reage.
Um dia beijarei a tua mão, por respeito.
*You know... =)*
'No. I don't wanna battle from beginning to end. I don't wanna cycle or recycle revenge. I don't wanna follow death and all his friends.'
24 de abril de 2007
13 de abril de 2007
Algo?
É como se quisesse subir. Permanecer bem fundo e arrancasse a dor.
Ela dá vontade de gritar o nome da minha ansiedade. Rasga-se no maior sorriso. Estende-se sobre um voo aberto. Dá a volta a uma estrela e canta junto dos meus pés fazendo-me saltar mais alto que o meu próprio corpo possuido de delirio.
Palpita à luz dos meus olhos mais brilhantes e cheios de magia. Faz-me dançar até que as fontes se consumam pela morte da noite.
Ela despe-me do sofrimento. Veste-me de alegria. Aliba os meus medos. Prende-se em asas. Solta-me pelos sonhos. Canta. Corre. Dança. Manifesta-se. Eu sou a sua manifestação. Sou o que voo. Sou o que se sente.
Enche-me de respeito, apaga-me da solidão.
Sinto fome dela ao chorar por brilho. tenho saudade quando não me olha, quando apaga o meu caminho até ela própria.
Bebo dela em ti. Silênceias-me. Calas a minha dor de amar. Ela é tua aliada. Trai-me ao beijar teus olhos, ao iluminar teu sorriso. Ela trai-me ao acabar com os meus frenéticos movimentos. Ela trai-me ao me fazer lembrar de que me viu crescer. Ela faz-me viver! Um dia também me fará morrer. Ela são os anjos da guarda, é a música que amo. Ressuscita cada sorriso morto. Mata cada lágrima ressuscitada. Ela perde-se se me render e dizer-vos quem ela é. E ainda não se sabe que foi por ela que escrevi sobre a minha pele de inspiração.
Ainda não se sabe quem é ela. Ela não acaba aqui.
Ela é...
Ela dá vontade de gritar o nome da minha ansiedade. Rasga-se no maior sorriso. Estende-se sobre um voo aberto. Dá a volta a uma estrela e canta junto dos meus pés fazendo-me saltar mais alto que o meu próprio corpo possuido de delirio.
Palpita à luz dos meus olhos mais brilhantes e cheios de magia. Faz-me dançar até que as fontes se consumam pela morte da noite.
Ela despe-me do sofrimento. Veste-me de alegria. Aliba os meus medos. Prende-se em asas. Solta-me pelos sonhos. Canta. Corre. Dança. Manifesta-se. Eu sou a sua manifestação. Sou o que voo. Sou o que se sente.
Enche-me de respeito, apaga-me da solidão.
Sinto fome dela ao chorar por brilho. tenho saudade quando não me olha, quando apaga o meu caminho até ela própria.
Bebo dela em ti. Silênceias-me. Calas a minha dor de amar. Ela é tua aliada. Trai-me ao beijar teus olhos, ao iluminar teu sorriso. Ela trai-me ao acabar com os meus frenéticos movimentos. Ela trai-me ao me fazer lembrar de que me viu crescer. Ela faz-me viver! Um dia também me fará morrer. Ela são os anjos da guarda, é a música que amo. Ressuscita cada sorriso morto. Mata cada lágrima ressuscitada. Ela perde-se se me render e dizer-vos quem ela é. E ainda não se sabe que foi por ela que escrevi sobre a minha pele de inspiração.
Ainda não se sabe quem é ela. Ela não acaba aqui.
Ela é...
... FELICIDADE.
*Não há alguém, mas sim algo. Há apenas a felicidade.
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