23 de dezembro de 2009

Um pouco de mim

'- Senta-te e ouve. Para mim não há qualquer tipo de engano ou qualquer tipo de delírio. Tudo o que me passa ao lado é tão banal, tão fútil. Deprimente. Não quero qualquer tipo de pena. Qualquer tipo de tristeza, de vergonha. Quero uma realidade convicta, quero um esforço. Um vazio que falta preencher. Quero TER.
- O que sentes?
- Gelo. Congela-me a alma. Aquilo escapa pelos dedos. É uma fortuna quase ganha.
- Falta ganhá-la?
- Não! Falta conquistá-la.'

(: Hoje Flutuo. Balanço, respiro fundo. Conquisto triunfos por cada passo que dou.

Sou feliz
.