Este é o meu infinito. É por onde vou caminhando. E sigo todos os passos estrangeiros.
Estou cega por esta escuridão. Tropesso em quem me agarra o pés. Rasgo a voz a quem me segura as mãos.
Quero-me mover depressa no meio de tanta solidão. Mas solidão é solidão. E devagar passa o tempo por entre tanta gente.
É mudo este momento, no meio de tantos gritos em veias dilatadas.
Mete impressão não mete?... Saber que por tanta gente que cheiro. Tantos olhar de intresse e tantas bocas de inveja vivem em todos os mundos estrageiros. E principalmente nos conhecidos.
Momentos são orquestras de silêncio. Em que o piano de cada minima lágrima toca fino e sem perdão. E o violoncelo quebra cordas de todo o ódio.
É o que sinto em cada dia. O sorriso não tudo para poucos.. é verdade. Mas é o suficiente para convencer quase todos. Para meter inveja a alguns. E para me enganar a mim. Porque este sorriso não é sentido e muito menos verdadeiro. E porque todos os dias tenho palavras encravadas que nunca são ditas.
Isto é sem duvida o medo a falar por mim. Porque quem não tem medo é quem não tem vida! No meio de tanta confusão fico feliz por estar viva.
E lá passa mais um tufão nesse caminho em que sigo. Canso-me de ir atrás sempre dos mesmos que já fartos de mim estão... Mas eu amo-vos.
[Não foi um texto. Foi um desabafo]
'No. I don't wanna battle from beginning to end. I don't wanna cycle or recycle revenge. I don't wanna follow death and all his friends.'
21 de novembro de 2006
17 de novembro de 2006
Toca que toca
Uma musica toca. Em mim. Em ti. No mundo.
Ela diz pouco. O teu olhar diz muito.
Tu abraças-te em beijos. Eu em choros.
O vazio dá-me a mão. Eu puxo-te para dentro do buraco.
Enrolada em nada. Agarras em muito.
Dá-me a tua mão. Leva-me daqui. Pega-me ao colo com os teus sentimentos.
Eu bebo um sorriso. Grito uma lágrima de saudade. De alegria.
Toca mas como toca. Toca e vai tocando a musica do abraço. Toca-me, tocaria-te se deixasses.
PÁRA!
O silêncio...
Infinito...
Murmura-me sentidos. Fecha-me os olhos... Abre-me asas. Voa pelos ouvidos.
a musica chama-me. Tu desapareces.
Continua, ou é tarde demais?
Lord*
Ela diz pouco. O teu olhar diz muito.
Tu abraças-te em beijos. Eu em choros.
O vazio dá-me a mão. Eu puxo-te para dentro do buraco.
Enrolada em nada. Agarras em muito.
Dá-me a tua mão. Leva-me daqui. Pega-me ao colo com os teus sentimentos.
Eu bebo um sorriso. Grito uma lágrima de saudade. De alegria.
Toca mas como toca. Toca e vai tocando a musica do abraço. Toca-me, tocaria-te se deixasses.
PÁRA!
O silêncio...
Infinito...
Murmura-me sentidos. Fecha-me os olhos... Abre-me asas. Voa pelos ouvidos.
a musica chama-me. Tu desapareces.
Continua, ou é tarde demais?
Lord*
10 de novembro de 2006
Mesa
Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentaro meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(2x)
Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalma
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(3x)
Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...
Pode ser que nem tudo tenha a ver com o que por nós passou.
Talvez praga ou nada mais que o amor.
as ondas triunfam, e o vento sempre continua a soprar
E vou lançar mais uma garrafa pelo mar a dentro... uma folha em branco.
Longe ou perto não intressa, o que intressa é que existes e assim posso sentir a tua falta.
"(...) um semáforo aberto,
Um adeus para sempre.
Uma ferida que doi
Não por fora
Por dentro! (...)"
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar
não vou descer, não vou enfrentaro meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(2x)
Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.
Enquanto a música não me acalma
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar
Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(3x)
Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...
Pode ser que nem tudo tenha a ver com o que por nós passou.
Talvez praga ou nada mais que o amor.
as ondas triunfam, e o vento sempre continua a soprar
E vou lançar mais uma garrafa pelo mar a dentro... uma folha em branco.
Longe ou perto não intressa, o que intressa é que existes e assim posso sentir a tua falta.
"(...) um semáforo aberto,
Um adeus para sempre.
Uma ferida que doi
Não por fora
Por dentro! (...)"
3 de novembro de 2006
Custa-me

Custa olhar pela janela e ver a chuva a sorrinos com falsidade.
Custa ver-vos as asas de frente para mim.
Custa sentir o coração sobe os meus pés.
Custa ver a inspiração viajar para os aléns das eternidades.
Custa Olhar para o vermlho dos teus olhos e sentir a saudade apoderar-se dos meus lábios.
Custa sentir o quente das lágrimas escorrer por toda a face de branco angélico e rosadas comos se o frio de toda a minha tristeza fosse um piropo vindo dos teus olhos.
Custa sentir o arrependimento olhar-me de cima enquanto me empurra e me vê descer cada vez mais fundo.
Custa ir tarde demais à luta do que até agora não foi possivel ver.
Custa voltar a pensar em ti.
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