10 de novembro de 2006

Mesa

Amigos como sempre
Dúvidas daqui pra frente
sobre os seus propósitos
é difícil não questionar.
Canto do telhado para toda a gente ouvir
os gatos dos vizinhos gostam de assistir.
Enquanto a musica não me acalmar

não vou descer, não vou enfrentaro meu vício de ti não vai passar
e não percebo porque não esmorece
ao que parece o meu corpo não se esquece.

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(2x)

Levei-te à cidade, mostrei-te ruas e pontes
Sem receios atrai-te as minhas fontes
Por inspiração passamos onde mais ninguém passou
Ali algures algo entre nós se revelou.

Enquanto a música não me acalma
não vou descer, não vou enfrentar
o meu vício de ti não vai passar
não percebo porque não esmorece
será melhor deixar andar
Será melhor deixar andar

Não me esqueci, não antevi, não adormeci, o meu vício de ti(3x)

Eu canto a sós pra cidade ouvir
e entre nós há promessas por cumprir
mas sei que nada vai mudar
o meu vício de ti não vai passar, não vai passar...

Pode ser que nem tudo tenha a ver com o que por nós passou.
Talvez praga ou nada mais que o amor.
as ondas triunfam, e o vento sempre continua a soprar
E vou lançar mais uma garrafa pelo mar a dentro... uma folha em branco.
Longe ou perto não intressa, o que intressa é que existes e assim posso sentir a tua falta.

"(...) um semáforo aberto,
Um adeus para sempre.
Uma ferida que doi
Não por fora
Por dentro! (...)"

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