
Ao pôr-do-sol eu grito... Uma infinidade de coisas saltam da minha boca para fora... As andorinhas fogem, as almas recolhem-se... E tu não apareces.
Fugiste ao nascer do sol.. e não voltas quando ele se põe... Não sais de dentro de mim... Entraste e não sais-te.
Ao pôr-do-sol eu espreito á janela com incerteza, vejo as ruas sem qualquer vivalma, e o ambiente arrefece. Ao pôr-do-sol perco a inspiração... já não sei escrever...
Ao pôr-do-sol a minha vida torna-se uma reticiencia, uma infinidade de sentimentos e ocasiões, tudo ainda por viver. Ao pôr-do-sol a minha saudade cresce, o meu sorriso chora, as minhas lágrimas morrem, a minha vida nasce.
Ao pôr-do-sol tu não voltas.. eu não te sinto.
Ao pôr-do-sol embrulhada numa manta com a lareira acesa, com a janela aberta e a brisa da maresia a beijar-me a cara acabo de escrever o que senti até hoje porque para além do amanha ninguém sabe o que acontece...
Ao pôr-do-sol escrevo a ultima palavra do meu ultimo texto.
Ao pôr-do-sol digo adeus.
*Tão bem que tenho andado não tenho sentido grandes frustações... tenho andado sem inspiração.. Fecho aqui o blog.. Talvez um dia volte.. um dia que tenha inspiração... Um dia que tenha sido vivido. Obrigado a quem leu e a quem deixou de ler. foi por voces que escrevi.*
*Este blog é dedicado (como já se percebeu) a algumas pessoas que entraram na minha vida e uma delas é uma simples borboleta. Para ela vou viver.. por ela vou continuar a escrever.
Por ti demonstro a amizade, gostomuitodeti julie*
*Por ti também escrevi.. entraste na altura certa.. e eu amo-te*
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