Amar.
Nada que se assemelhe a um acto de repulsa anormal para corações desleixados. O desleixo de viver é a maior tristeza para este sentimento. Desleixo de viver, medo de sentir.
Medo? Talvez a maior cobardia, vista aos olhos de um intocável silêncio, ritmado ao som das cordas do coração.
Medo? De certeza o maior acto de gratidão da nossa aventura sentimental.
Amar, pode tocar num foro psicológico surreal, pode manipular a vida de uma fortaleza inquebrável, pode até resistir à distância até de almas. Mas amar foi, sem dúvida, a maior dádiva dada à vida Humana.
Amar-te foi sem dúvida a maior dádiva dada à Minha vida humana.
Sorri.
Quero sentir o calor da tua felicidade, querido.
Tranquiliza-me.
Purifica-me.
Resnovenesce-me.
Amo-te como nunca amei ninguém.
Amo-te como mais ninguém te amará.
É um sentimento que te prende a um ciclo de harmoniosidade.
Amor.
Carece-me os sentidos.
Sente.
Amo-te.
Amo-te.
Liberta-me da pressão do sentimento.
Amei-te.Soltaste-me de uma vida monótona, hoje rodopio no irreverente conforto dos teus braços.
Amo-te que tanta felicidade me cega e tanto amor me ensurdece o coração.
N., eu amar-te-ei para todo o nosso SEMPRE.
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