O COMEÇAR
O cansaço prende os fracos. Liberta as mãos dos pensamentos. Pesa na mente, prende movimentos.
Reflectir suscita cansaço. Passado inclina-se sobre o presente, assombra o que todavia já teria sido, persegue o que nunca será. Que fantasma, que perseguição, que loucura.
Reflectir suscita cansaço. Passado inclina-se sobre o presente, assombra o que todavia já teria sido, persegue o que nunca será. Que fantasma, que perseguição, que loucura.
De facto, enquanto podemos dizer que o nosso corpo dorme, lá vai o inconsciente falar com a realidade, sob forma de eufemismo, sussurrando de mansinho cada passo que iremos dar amanha, ou não.
COMO AGIR?
Seguindo esse caminho prometido.Agarrada aos sonhos da esperança. É como se ele não se apagasse. Reluzisse até a força da felicidade não aguentar mais, e prendesse os pés da segurança. Então que continue a reluzir dessa forma. Pois se a razão deixa, ele não se apaga, não se cala, nem se contem.
Grita, rebenta. E ainda assim soa num murmúrio não é? Parece silencioso? Mas cala demasiadas duvidas, invejas e inseguranças. Diz mais que uma simples conversa. Que uma simples palavra sincera.
É A SORRIR...
É senti-la a passar, essa viagem até ao infinito. Encostar a cara sobre o calor de um sol que 'desnasce', e o vento que nos escapa pelos dedos. As ondas da liberdade beijarem essas mãos desprotegidas do medo.
O caminho não finda. A noite tarda a chegar. Esse peso que carrego, o cansaço inexistente e a infelicidade do mundo por onde passo que a esta conclusão não me deixam chegar:
. . é a vida o nome da minha viajem. E quem me leva? O simples prazer de viver.
O caminho não finda. A noite tarda a chegar. Esse peso que carrego, o cansaço inexistente e a infelicidade do mundo por onde passo que a esta conclusão não me deixam chegar:
. . é a vida o nome da minha viajem. E quem me leva? O simples prazer de viver.
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